SOBROU PARA O PIPOQUEIRO

Não é um conto policial, pois a estória além de verídica tem detalhes que a tornam engraçada.  - Certo dia em uma "operação" policial, seu desfecho foi para desbaratar uma quadrilha de tráfico, que acabou tendo seu lado tragi-cômico. Os policiais tomaram uma pracinha,  infiltrando-se em varios lugares: dentro de farmácia, de peixaria, em táxi, enfim...estavam por todos os cantos, até que chegasse a hora "H", para a troca ou distribuição da droga. Quando estacionou o veículo dos marginais, o pau pegou! Não imaginavam que estavam sendo monitorados. Sai um policial do interior da farmácia e dá um tiro para cima, era a senha. O tiroteio começou. fôgo serrado! Na calçada próximo ao agito, havia um carrinho de pipóca, cujo pipoqueiro desavizado, saiu numa correria desabalada, sem saber onde se enfiava, tropeçou, caiu, sua dentadura foi parar longe, espatifou-se, porém, este saiu com vida. No dia seguinte, enfurecida, a mulher do coitado, foi no ponto, tirar satisfação com os taxistas, "amigos" do seu esposo, por não tê-lo avisado do perigo que estava correndo e exigiu-lhes que o indenizassem pela perda da dentadura. Mas como avisá-lo, se tudo foi de surpresa;  e quem era louco dar com a "língua nos dentes"; para perdê-los também? O ocorrido, saiu no jornal da epoca, mas, a do pipoqueiro acabei descobrindo.

:: Postado por Montanha às 07h12
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ESTE TAR DE COMPUTADOR

 

A evolução tecnológica deu-se tão rapidamente,  que ainda lembro-me dos  tempos difícil como, do fogão à lenha de minha mãe, do escovão, da eletrola, da ausência de geladeira, da rudimentar energia elétrica, pois em todas as casas era de praxe ter seus lampiões ou lamparina, já que a energia além de precária, faltava a todo instante, mas era tão bom ficar à luz de velas, contava-se estórias, fazia-se bonequinhos com as mãos sobre a sombra da parede. Também tinha seus momentos românticos e nostálgicos. Quando surgiu a televisão, foi um “Deus nos acuda”, como poderia a imagem vir de tão longe para nossas casas? Com alguma dificuldade, se conseguia perceber o vulto dos personagens, pois no inicio não havia torre retransmissora, mas éramos felizes. Na casa de minha tia Necy, que era a mais abonada da família, já tinha TV, vivia cheia  nas horas das novelas e dos programas da Jovem Guarda, era gente sobre a cama, encima do guarda roupa, sentadas no chão. Hahahaha, era uma verdadeira festa. Na década de 70,  veio a calculadora de bolso, uma tremenda novidade, desta que se encontra no R$ 1,99, todos queriam ter uma, porém era cara e tinha que mandar buscar nos grandes centros. Depois o celular... um verdadeiro “tijolo”,  não tinha quem não quisesse exibi-lo numa mesa de bar ou clube, embora poucos tivessem condições de comprá-lo, mas que seu proprietário, naquele baile, parecia que a qualquer hora da madrugada ia receber ligação de alguém. Pode?  Ah! O micro-computador. Este provocou espanto e admiração, era uma coisa do outro mundo. O meu primeiro computador, adquiri por um precinho especial da empresa onde trabalhava, era um CP-500, da Prológica, bem no início do seu lançamento por estas “bandas”, década de 80/90, um verdadeiro caixote, com 2 drives, seu disket, quase tamanho da tampa de uma caixa de sapato, mas funcionava legal, até quando não ia tudo para o espaço, placas, programa, beckap. Tinha que refazer tudo novamente, um verdadeiro saco, mesmo assim, valia a pena, pela sua precisão. O mais interessante era que as pessoas que não o possuíam, ou por ser meio caro ou por ignorar sua verdadeira eficiência, ficavam curiosos e queriam saber como funcionava, até que certo dia apareceu no meu escritório, um senhor do sítio, para fazer um Contrato de Compra e Venda, olhando muito espantado, perguntou: - Este, é que é o tar de computador? Esta passagem eu nunca esqueci. Mas a coisa era realmente curiosa.

:: Postado por Montanha às 09h44
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Lourival


Signo: Câncer
Local: São José
Religião: Espírita Kardecista
Lazer: Futebol
Cor: Azul Céu
Música: Emoções
Sentimento: Amizade
Livro: Papilon (uma lição de vida)
Filme: A vida é bela
Qualidade: Sinceridade, companheirismo
Defeito: Ciúme das coisas que gosto
Uma linda mulher: Nanica
Detesto: Mentira e falsidade
Gosto: Estar em família
Aprecio: Caráter
MSM: montanhasantana@hotmail.com

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