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CAFÉ COM CUCA
Antes de narrar esta passagem, devo dizer que não sou preconceituoso, tenho amigos e parentes homossexuais, ou gays, como queiram, dos quais gosto muito e respeito suas preferências, pois acho que cada um, é dono de seu nariz, e se nos foi concedido o livre-arbítrio, foi para que façamos de nossas vidas aquilo que melhor nos aprouver. - Bom...! Há alguns anos, mais precisamente na década de 70, tinha um amigo de trabalho, Valério, que era muito "folgado", no bom sentido é claro. Estava sempre aprontando das suas. Então contava ele que certa vez estava conversando com uma garota, sua amiga, na calçada, quando ouviu alguém chamar carinhosamente pelo seu nome, do outro lado da rua: - L é l i n h o...! ôh L é l i n h o...! Este fêz que não escutou, pois tratava-se de um amigo gay e ele não queria que a garota soubesse desta amizade, que para a época,no seu entender, "suspeita". Porém o chamado com aquela vóz fininha, continuou pausada e insistentemente, agora mais alto: - L É L I N H O...! A menina já impaciente com a indiferença do Valério, disse: - Olha, acho que aquele rapaz, está te chamando! Ao que este respondeu: - Não é comigo não, pois nem o conheço. Até que saiu esta:- L é l i n h o..., vamos lá em casa tomar café com c u c a...!
Depois dessa, ele queria morrer, pois não dava mais para tapar, o "sol com a peneira".
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Montanha
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22h36
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QUEM CONVIDA, DÁ BANQUETE!
Meu amigo Dário tinha uma microempresa que transportava frangos da fazenda para o frigorífico. Era festa de ano novo, casa de praia, em outro local, fogos de artifício, reveillon. Resolve confraternizar e convida o motorista da empresa com a esposa para passar as festas com sua família. Porém, a coisa não saiu bem como ele planejou: Era noite, dia trinta e um, quando um micro ônibus lotado parou na frente de sua residência, era o convidado... Trouxe "a família toda"! Sogra, cunhado, vizinho, acho que até o cachorro. Foi de arrepiar! Êta, visitinha indesejosa! Afinal, tinha convidado o casal e não a trupilha. Pareciam mortos de fome, limparam a geladeira, lá se foram os quitutes da festa rapidinho, a cerveja geladinha saia em série. Os anfitriões estavam apovarados, não acreditavam no que viam. Porém, não queriam ser indelicados. No dia seguinte pela manhã, todos acordaram cedinho para um banho de mar, mas deixaram a esposa do meu amigo preparando o almoço. Até que este não conseguindo mais segurar a petulância da visita, pois ja estavam de saco cheio, pediu-lhes que tivessem "desconfiômetro" e fossem embora. E foi o que aconteceu.
Isto é que se pode chamar de visita abusada!!!
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Montanha
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08h07
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MÃES
"Diante e vosso vulto enobrecido e respeitável, simbolo vivo de abnegações e renúncias, de tolerância e condescendência, nosso orgulho se abate, nosso egoismo se retrai, nossa vaidade se dilui...uma nova luz fulge. Mães! Sois por excelência, as fiéis intérpretes do Amor. Sois, por natureza, as rosas de luz que Deus plantou no agreste jardim da Terra, para perfumar o acidentado destino dos homens, eivados de amarguras e angustias, de dramas e tragédias, de desenganos e frustrações. As mais lindas canções que ecoam do murmúrio plangente das ondas do mar, a melodia poética e envolvente que eclode do badalar dos sinos, a música alegre com que os pássaros canoros festejam as manhãs de sol, são vagas imitações da voz suave e acariciante com que nos acalentais. Mães! Que o diadema da abnegação e complacência engrinalde perenemente as vossas frontes de menssageiras de Deus". (Passos Lírio)
Beijos à minha Mãe, Nanica, Filhas e todas a minhas Amigas blogueiras que são por excelência: MÃEs!
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Montanha
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07h25
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RIR DE TANTO CHORAR
Minha sogra tinha uma vizinha de há muitos anos, D. Ivelí, aquela amiga de confidências. Certo dia o marido desta senhora veio a falecer, Seu Aldo. No dia do velório D. Ivelí não teve coragem de acompanhar o cortejo até o cemitério pois achava muito dolorosa a cena do sepultamento. Dias depois, após ter passado aquele clima pesado, encorajou-se e foi visitar o túmulo do marido, pois estava com muitas saudades e queria desabafar um pouco. Lá chegando, pela discrição do local atraves da filhas, pôs-se a chorar e a "conversar" com o falecido, sobre a saudade que sentia, da falta que ele estava fazendo, das dificuldades que estavam surgindo pela sua falta, etc. Porém, um senhor, coveiro que a observava ao longe, com muita pena, aproximou-se dela e perguntou: - A senhora não é a esposa do falecido Aldinho que trabalhava na saúde pública? Ao que ela respondeu que sim. - Pois então minha senhora, eu lamento dizer, mas a senhora está chorando no túmulo errado, o do seu Aldinho é aquele mais adiante! A mulher corada de vergonha, não sabia onde metia a cara, se continuava chorando ou se ria, pela cena tão engraçada que foi. Chorou no lugar errado, entregou as flores para o defunto errado, desabafou com o defunto errado. E agora!... Tinha que chorar tudo de novo?
A verdade é que ela e minha sogra deram boas gargalhadas, ao confidenciar esta passagem, tragicômica.
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Montanha
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16h05
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