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:: Postado por
Montanha
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16h14
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DÊ NATAL
Natal aqui em casa é coisa séria, presépio, arvore, enfeites pela casa, quintal, expectativa muito grande, isto se deve as tradições natalinas de minha sogra Dona Marta, por este motivo todos aqui em casa voltamos a ser crianças novamente, cada qual com seus segredinhos quanto aos presentes, e com meus netos não é diferente, bilhetinhos, cartões manuscritos com o perfil engraçado de cada um familiar, presentes de R$ 1,99 e tudo mais. É uma festa só. Mas a estória que irei contar aconteceu com a Denise (20), quando pequena, mais ou menos com quatro para cinco aninhos, tinha uma amiguinha, nossa vizinha Manuela ou (manuca) (20), inseparáveis, porém, entre “tapas e beijos” pois na hora de guardar os brinquedos era aquela que podia se escapar de fininho, ai começava a briga, então naquela época num dia de natal me vesti de Papai Noel para presentear a Dê, e ao perguntar se ela era uma menina comportada, se obedecia a mãe, ela de pronto respondeu: - Eu sou muito boazinha e faço tudo direitinho Papai Noel, mas a manuca.......não guarda os brinquedos e ainda bate em min. Não sei como consegui me conter e não dei uma baita gargalhada, entregadora, já pensou se o Papai Noel não passa na casa da manuca, quem ia chorar era eu, mas até hoje são grandes amigas e adoramos a Manuela. Cuidado manuca, ainda não estais escape do Papai Noel passar direto e não te dar presentes, hem. Beijos.

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Montanha
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15h35
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PAPAI NOEL MACACO
Sendo época de natal, irei contar uma que nunca me esqueci.
Aconteceu na decada de 60 na minha querida Laguna-SC, pequena cidade histórica, berço de Anita Garibaldi heroína dos dois mundos, litoral sul, ótimas praias, turismo e bom carnaval.
Bom... havia um personagem, Tião do bairro Magalhães que adorava sair em bloco de sujo (blocos populares onde cada um faz o seu carnaval particular, o mais conhecido lá é o Bloco da Pracinha, inclusive eu mesmo já saí várias vezes, animadíssimo, uma espécie de trio elétrico do sul que "só não vai quem já morreu", segundo Caetano), mas voltando ao assunto, o tal personagem caracterizava-se de macaco, e com aquela roupa peluda, cabeça e tudo, parecia verdadeiro, que depois de beber umas e outras "perdia a bússola", trepava em árvores, assustava crianças, batia no peito, fazia gestos característicos, enfim era o próprio. Então num belo dia, época de natal, uma loja sabendo do espírito alegre daquele moço o convidou para ser o Papai Noel, que precisando de um dinheirinho não contou tempo, aceitou, ai é que a coisa pega, o Papai Noel comportadíssimo começa sua função fazendo sorrisos largos, abanando as mãos com aquelas luvas branquinhas impecável, distribuindo balas as crianças, afagando a cabecinha, conversando, simpatia total, porém lá pelas tantas já cansado, resolve beber uma pinguinha, reação, cabeça feita, ”encarnou o macaco”, pensando que estava no carnaval, sentava-se no trenó vermelho e em vez de apertar as mãos das crianças, e dar balinhas, passou a assustá-las com gestos de quem ia avançar, búúúúúúúú´, búúúúúúúúú´, as mães desesperadas sem saber o que estava ocorrendo, saiam em disparadas com as crianças pelas mãos e o Papai Noel no encalço. Pode?
Conclusão: Papai Noel enjaulado.
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Montanha
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17h09
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