ACENO

Uma palavra tão simples, sem empolgação,  mas um significado marcante, de gratidão, de saudades. "O aceno é  acordar os passageiros do seu estado de preocupação e de compromisso, é despertá-lo para a felicidade, é um presente de boas vindas ou vá com Deus". O aceno lembra aquelas boas almas simples nas estradas, sorridentes, gesticulando suas mãosinhas a nos cumprimentar, não é mesmo? Pois é...,só em pensar, sinto-me feliz ao lembrar o rosto sorridente de minha avó Nica, quando no término das férias, em sua casa na Vila Operária em Imbituba-SC, ao nos depedir ela não ficava só nos beijos e nos abraços, tinha que ir para a varanda com um lencinho branco, para nos acenar quando o trem passava rapidamente, ainda que longe. Naquele momento, da janelinha enfumaçada do comboio, fixavamos o rostinho da figura tão querida, sorridente, abanando aquele paninho significativo como forma de Adeus, voltem logo, estou esperando.

Doces recordações.

:: Postado por Montanha às 19h50
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PENSE BEM, AO SAIR DE CASA. 

Muitas vezes, não imaginamos que ao sair, para divertir, relaxar, após uma semana árdua de trabalho, podemos ter surpresas desagradáveis, pois é..., foi o que aconteceu comigo, fui assistir a um jogo de futebol, meu hobby, de final de semana, Figueirense x Avaí, e tive uma surpresa desagradável:

- Na cadeira da arquibancada do figueira, do qual somos sócios eu e  meu filho Lawrence, nos indispusemos com um casal, que tiraram o dia, dispostos a atucanar a vida de alguém, acomodando-se  a nossa frente,   porém sentados no encosto da cadeira, o que atrapalhava a nossa visão ao jogo, negavam-se terminantemente a sentar-se, no assento, o que é um absurdo; meu filho, após um bate-boca, educadamente, com o casal (malas), teve que chamar um segurança do estádio para fazer ver, o seu devido lugar, que muito a contra gosto, acabaram por sentar-se adequadamente, como manda a boa regra da educação. Mas, o pior estava por acontecer, final da partida, já na rua, saída do estádio, aglomerado de pessoas, novamente, reapareceu o referido casal a nossa frente, com mais, quatro ou cinco comparsas, de mau aspecto, para tirar satisfação do ocorrido, o que, com certeza deveriam ter sidos acionados pelo celular, olha... meu filho achando que a ameaça, era somente para ele, pôs-se a correr desordenadamente entre os demais torcedores, o que também fiz o mesmo, pois então vieram em minha direção, porém ao correr, tropecei e acabei caindo. A minha sorte, é que os transeuntes, seguraram os maus caráter; senão a estas horas, não sei se estaria aqui, para contar  a estória; o que, ao cair, quebrei óculos,  machuquei bastante, testa, braços, joelhos e rompimento do tendão, cuja cirurgia, fiz a uma semanas atrás, e somente agora, sem muitas dores, estou podendo narrar esta tragi-cômica estória, pois um tombo, não deixa de ser engraçado, né? Conto isto, para adverti-los dos perigos, que estamos expostos, em ir a determinados lugares ou a festa popular; o que, diga-se de passagem, nem um policial encontramos pelo caminho, para nos socorrer, mas que agora, já está tudo bem, embora terei que ficar uns três ou quatro meses de repouso, em recuperação, férias prolongadas.

Será, que mudo de time... não  né?

 Heheheheheh.

Beijos.

:: Postado por Montanha às 10h12
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PADRE SE PERDE NO CÉU

Esta foi a manchete de um canaL de TV, no domingo passado. Que incoerência, né? Já, que imaginamos qualquer um, se perder no céu, mas um padre...,jamais; mesmo porque a função dele, é de nos ensinar o "caminho". É hilário! Quão deve ter sido engraçadas as quedas de Santos Dumont, antes de fazer seu 14 Bis, alçar vôo; pois, tombo é sem sombra de dúvida, tragicômico.Mas o que torna mais curioso, é o fato deste padre sem qualquer conhecimento de navegação, aventurar-se por este espaço sem fim, sujeito as intemperies. Esta idéia estapafúrdia; sim, este é o termo correto para a aventura deste novo personagem de OZ, querendo atingir o Livro dos Records; obteve mais êxito, doque tivesse um final feliz, pois não se fala de outra coisa. Pena que o autor, não está aqui para apreciar o resultado de sua inconsequente e infeliz façanha.

:: Postado por Montanha às 08h47
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"PICASSO"

Nem todo Picasso é pintor; mas todo pintor é picasso. Haja visto o que aconteceu com meu cunhado: Calor escaldante, peladão, resolve pintar as portas do seu apartamento, e para isso, tira as vistas das portas e trink para não sujar e então dá início a sua "obra de arte", até que, já na parte interna de um quarto vazio, a porta se fecha e o nosso pintor ficou trancado. E agora? como abri-la, se não tinha trink? Pensou, pensou e nada. No prédio, tinha pouca intimidade com os vizinhos, já que o AP era praticamente dormitório, para quem mora sozinho, pois passa o dia todo trabalhando. Nada para enfiar, naquele solitario buraco de feichadura. Passou-se 1:30 hs. de reclusão, meditação, pânico e sem salvação. Berrar na janela por socorro? E o "pincel",como fica? O picasso, tava ralado, a situação era periclitante, já não sabia se ria ou chorava; Fernandinho Beira Mar, mesmo preso, estava numa situação melhor que a dele, pelo menos tinha celular para amenizar a situação. Até que, com muita reza braba, acabou por achar uma agulha, enfiada em algum canto do quarto. Furuscou, furuscou e se salvou; a porta abriu e o herói peladão saíu. Tá vendo, como é possível a gente ter um dia de Picasso? 

:: Postado por Montanha às 22h11
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DR. JIVAGO

Como é sabido, sempre procuro espremer bem, o "fruto", para extrair a mais saborosa das polpas, é assim que também procuro levar a vida, para torná-la mais gostosa de ser vivida; ou seja: brincando, fazendo piadas de coisas sérias e por aí a fora. Outro dia estávamos, eu e Nanica no orkut, a procura de saudosos amigos da "jovem guarda", quando ela pediu para procurar um antigo admirador, galanteador muito bonito que lembravo o personagem "Dr. Jivago" (Omar Sharif), cujo nome era: .... Acabamos por encontrar alguém com o mesmo nome, e que pela descrição da cidade, não tinha erro, era o próprio. Porém, devido a pele envelhecida, cabelos brancos e ralos, segundo ela, só poderia ser o pai dele, e deveríamos procurar pelo filho. Heheheh. Mas como? Se o Dr. Jivago foi um filme dos anos 60, o tal "galã", deveria estar entre os 60 a 70 anos, logo,o Dr., a Lara, a estepe, já foram todos para o espaço, e o suposto filho, jamais seria encontrado. Ao ver sua decepção, dei uma baita gargalhada. É Nanica...! Somente para nós dois o tempo não passou, ainda estamos "novinhos". Heheheh.

:: Postado por Montanha às 20h08
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PINTOR DE PAREDE

Embora eu tenha um relacionamento muito bom com minha esposa (Nanica), graças ao bom Deus; tem momentos, que as coisas não batem, o que não poderia ser diferente, pois se assim não o fosse, não teria graça, não é mesmo? Certa tarde eu estava pintando nossa sala e na hora do lanche entre uma brincadeira e outra,rindo bastante;Ana, minha filha, pede a receita para uma boa pintura, o que respondi de pronto e com conhecimento de causa: Áh, isto é fácil, fácil! 1º) Vá a uma loja com a tua esposa, para que ela escolha a cor e o tom da tinta que vão usar. 2º) Já escolhida, tu pergunta 10 vezes: - é esta, é esta, é esta...? Pois assim tens certeza que é aquela mesma. 3º) Comece a pintar, mas não deixe ela entrar no ambiente da pintura, até que a tinta seque, senão ela vai dizer de antemão que escolheu o tom errado. 4º) Terminada a pintura, chame-a para ver, mas, não sem antes sair correndo pela rua afora. 5º) Não volte para a casa até que ela tenha se acostumado com a cor, pois do contrário, terás que pintar tudo novamente. Ela é assim chatinha, mas a amo assim mesmo.

 

:: Postado por Montanha às 12h38
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PRO VÔ

A grande realização de nossas vidas, acontece qdo nossos netos nos enviam emails, demonstrando seu afeto e carinho dessa forma que vou expor, para ficar bem guardadinha no meu coração. Por isso não posso deixar de compartilhar com meus amigos a minha felicidade:

- Este email, é só para dizer como esse homem é maravilhoso. Meu avô! não é mesmo? Que é pai duas vezes, como ele costuma dizer...O que não deixa de ser verdade, não é mesmo?Que ele me busca ali, leva lá, traz de volta, e lá vai gasolina...Só para deixar esta netinha chata, feliz da vida. Hehehehehe. E não é só isso não! Qdo eu disse, no natal de 2004, que não queria mais ganhar roupa de presente (não sei se o vô lembra...?), escreveu para mim uma música (pois disse, que isso dava samba), intitulada " A Peladona de 2004"

Papai noel pra quê/Não quero calcinha/Não quero meinha/ Eu sou a Thaiz/ A peladona de 2004/ A peladona de 2004/ Vejam só que chatisse/ Natal, natal, natal/ Papai noel, já era/ O bom é o vovô noel/ Aquele que tem cheirinho de mel e mora na rua Tiradentes, bem pertinho do céu/ Por isso, este ano tudo vai mudar/ Pois o vô vai me ensinar/ A peladona de 2004/ A peladona de 2004/ Playboy, revista sexy, está chegando a Thaiz/Esta menina amada, que já está pelada/ Com este avô moderno/ que manda tudo para o inferno/ Vai ser sempre mimada/ por isso que eu digo/ Esperem para ver, garotada/Esta é a grande virada/ Está chegando a pelada/ A peladona de 2004/ A peladona de 2004.

Hahahahahah. Este é o meu avô...Que vai deixar a "Biblioteca" toda para mim, e eu vou vender tudo a preço de banana...! Que vai pintar logo, logo, qdo der, a parede do meu quartinho, como presente de aniversário de 15 anos. (hehehe). Que, quando está bem frio, bota um jaquetão, um gorrinho, um cachecol e fica o velhinho mais lindo do mundo (brincadeirinha)... Vô, tem qtos anos mesmo? Como sempre me diz: 21 né? (hahahah)...O vô, que qdo chego para pedir alguma coisa, mesmo antes de eu falar, vem logo dizendo: "Ih Thata, ih Thata, nem vem! Não tenho nada não..." É o vô que chega em casa, dançando daquele jeitinho...(alá, Genival Lacerda), com a mão na barriga. No almoço, tenha lá o que tiver, pro vô vai ser sempre "Humm.. isto é um verdadeiro prato". E por último e não menos importante, qdo o vô começa a perguntar de brincadeira: "Qual é o teu pastel? O meu é de carne..." Hahahahaha.

É vô, fiquei com vontade de escrever um pouquinho pra ti e dizer que te amo muuuuuuuuuuito! Beijinhos da Thais.

ESTA DEDICAÇÃO, É PARA MATAR DE EMOÇÃO, QUALQUER VELHINHO. NÃO É MESMO?

CHOREI!

 

:: Postado por Montanha às 00h22
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BALA PERDIDIA

Tempos atraz, dizia-se que bala perdida, era quando realmente a criança perdia a guloseima, porém hoje, a ordem dos fatores mudaram. Outro dia ouvi no radio que uma moça ligou para a polícia no Rio dizendo que uma bala passou cm de sua cabeça, indo alojar-se no computador. Resposta daquele orgão: - Isto é normal, portanto não podemos fazer nada! Vejam a que ponto chegamos. Já, minha amiga disse que a Sra. sua mãe, estava ótima, tão forte que que na casa dela eles caçoavam, dizendo que ela só morreria se fosse por bala perdida. Temos que fazer piada mesmo, pois no nosso país é assim que as coisas funcionam, na base da gozação, até que as providencias sejam tomadas. E tu ja resolvesse qual a cidade a passear, nas férias? Será por acaso,  na cidade "maravilhosa"? Não esqueça de levar capacete e colete a prova de balas.

:: Postado por Montanha às 14h33
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O PUM

Tem certos hábitos próprio da nossa educação que não se pode falar, muito menos, exercitar, como por exemplo, o pum! Não aquele pum-pum-pum do Rio de Janeiro, que mata um montão de gente, por bala perdida, mas sim o outro. Porque este tema? Simplesmente porque recebí esta semana um email dizendo o seguinte: Prender alguns juízes corruptos, é que nem pum, por mais que se prenda, sempre acaba soltando. Então certo dia, tinha um moço, seu Abilio que estava colocando piso na cozinha aqui de casa; como ele bebia demais, e  bêbado, não consegue conter seus impulsos, muito menos um pum, conversando com a nanica minha esposa, acabou soltando um, mas daqueles puns escandaloso, barulhento e interrúpto: ra-ta-ta-ta, que nem tarol de fanfarra, que para abafá-lo teve que aumentar o tom de vóz, porém, inútil, pois o "tiroteio" havia desencadeado; ele, vermelho de vergonha, não sabia onde enfiar a cara. Até hoje quando lembramos do coitado do seu Abilio, é motivo de risadas aqui em casa.

E tu, já soltasse algum pum? Não né? Olha, soltar atualmente, é sinônimo de corrupção.

:: Postado por Montanha às 22h34
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CRONISTA ESPORTIVO

Aqui em Floripa, tem uma "figura" folclórica no rádio, muito respeitada e estimada pelos seus ouvintes, justamente pela sua franqueza, pela maneira de expor seus pensamentos e pelas frases pitorescas que cria durante uma partida de futebol, demonstrada pela paixão ao time do qual é torcedor, não conseguindo  conter seus impulsos, pricipalmente tempestivos quando as coisas não andam bem; senão vejamos algumas:

- O dia de hoje não é muito propício para a prática de futebol, o sól está oculto e a tarde tem cor de buraco de cerca.

- Para o meu time resta sòmente a vitória, ou seja, calça de veludo ou bumbum de fora.

- Este jogador está com nada, não fáz gol; é que nem o namorado que namora, namora e não beija nunca.

- O time é fraco mas joga direitinho, é que nem casa de pobre, não tem grandes mobilias, mas está sempre arrumadinha.

- Estes jogadores não fizeram nada, o time perdeu por falta de amor a camisa e falta de empenho, eles merecem uma surra de arame farpado e deviam voltar para "casa" Floripa, de pé pela estrada velha.

- E para encerrar saiu esta no último jogo: Este time não tem jeito mesmo, joga, joga e perde no último minuto, é que nem aquela família que compra um carro novo e sai para passear; a viagem transcorre as mil maravilhas,  porém, ao chegar em casa, esbarra no muro e mata o cachorrinho.

O curioso é que o torcedor do time adversário, arqui-rival, como no meu caso, não dispensa de maneira alguma seus comentários fiéis e ilustrativos sobre a partida.

 

 

:: Postado por Montanha às 19h54
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PROGRAMAS DE RÁDIO

Por mais que a gente queira ficar indiferente a certas atitudes do nosso povo, é difícil, pois a simplicidade exterioriza-se pela própria maneira de ser, embora muitas vezes, tragi-cômicas. Senão vejamos ao que tenho ouvido no decorrer do tempo, em "negócios pelo telefone" nos programas de rádio:

- Estou precisando de um namorado, com as seguintes características: que seja moreno, alto, forte...Quero aproveitar e arranjar um também para a minha amiga Clara, só que ela é baixinha, gordinha, mas muito trabalhadeira.

- Sou coroa de meia idade, falante, simpática e precisso muito arrumar uma carona para Chapecó, mas que o motorista seja jovem e descompromissado.

- Devido ao estado de saúde de minha mulher, porém já recuperada, vende-se um caixão de defunto por apenas R$ 800,00, muito bem cuidado com anti cupim e lustra móveis.

- Vende-se um terreno, garrado com o Corpo de Bombeiros.

- Procuro um namorado, que o peso seja ajustado com o tamanho dele.

- Procuro uma namorada, mas não pode ser bailarina, pois não gosto de bailão.

- Procuro alguém para casar! Tenho aposento, casa própria e água com fartura.

  Depois destas solicitações e propostas tentadoras, tu também procuras alguém? Tens algo para vender ou    comprar?

:: Postado por Montanha às 12h00
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TEMPLATE

Estamos de volta, com muitas saudades dos meus amigos (as). Template novo, ao qual agradeço as minhas “colaboradoras” particular,  fotógrafa Aninha e designer Denise. Estas minhas filhas...tenho que ser papai coruja mesmo.E agradecer a amiga Shu por ter ficado tanto tempo com o antigo template lindo, feito por ela. Beijos.

:: Postado por Montanha às 06h07
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EU DEITCHO, TU DEITCHA, ELA NÃO DEITCHA.

É interessante a diversificação dos hábitos e sotaques regionais do nosso País. Porém curioso é que, embora falamos o mesmo idioma, graças a Deus; temos a gíria e os vícios de linguagem que fazem parte da nossa cultura.

Certo dia, num bailão, minha amiga Lourdes, dançava um “tremendo” vanerão  com um gaúcho, daqueles, que usam  botas, pala, que também pronunciava: tchê e tudo o mais. Certa altura da dança ele passou aquela cantada na amiga, dizendo: -  Vamos deitchar?... Ela distraída, não estava entendendo muito bem o significado da proposta; pensou...será que estou ouvindo direito? Será que estou recebendo uma cantada? Fez de conta que não ouviu e continuou dançando, até que o “figura” voltou a insistir: -Vamos deitchar? Ela já vermelha de vergonha, teve que responder, mesmo embora não sabendo se estava dando a resposta ao pé da letra, lascou esta:  - Não, não,  eu não deitcho!

 Pode uma coisa desta? E você, já deitchou?

:: Postado por Montanha às 21h18
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ESTA É, DU-PIRÚ!

Oh, desculpe! Da-galinha.

Mas porque adolescente é tão estabanado, em?  Principalmente quando está amando. Eu por exemplo com os meus 15, 16 anos, fui me exibir na praia, para a namorada (Nanica), dando um mergulho “rasante”, arrebentei o nariz  todo. Que vergonha! Já o meu colega Francisco de Assis, que não é aquele da Itália, amigo dos animais, e que foi canonizado, porém, este também fosse chegado a uma galinha;  ao passar o final de semana na casa da namorada, dentre muito lazer, trepou no pé de ameixa e foi apanhar a fruta, para sua amada, mas, o galho comprido que era, e estendia-se  sobre o galinheiro,  veio a quebrar com o peso do “herói”, que estatelou-se ao chão e foi parar no meio das penosas. Tragédia! Levantou-se todo sujo de titica, sobre o olhar de compaixão e gratidão da namorada Tereza, embora, que nem importava, se o seu príncipe encantado estava todo cagado.                       O gesto foi nobre.

:: Postado por Montanha às 21h58
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"MEU NOME É JAIME"

Os anos 60  e meados de 70, eram tidos como Anos Dourados, Jovem Guarda. Pudera! pois guardavam tudo, até os beijos enamorados eram proibidos. Pecado! Assim como, nesta novela que está sendo exibida pela globo: Sinhá Moça. Era a época da inocência. Beijinhos, só no escurinho de cinema, que por sinal eram bem “safadinhos”. Os meninos acreditavam em Papai Noel, Cegonha e por ai  afora. Mas eu ficava contente pois tinha permissão para andar de mãos dadas com minha namorada. Bom...! Digo isso, apenas para ilustrar a  historia que passo a contar.  Em 1969, fui embora para São Paulo. Aquele jovem do interior com pouca experiência, como diz a música do Belchior, e quase nenhuma informação, já que a mídia limitava-se, a rádio, revista ou cinema, mesmo porque estávamos na ditadura militar,  onde quase tudo fazia parte da repressão. Era noite; Praça da República, quando deparei com aquele “monumento” loiro a me encarar. Meu Deus! Será que ela está olhando é para mim? Dava para desconfiar, pois era muita “areia”  para o meu “caminhãozinho”,.  Meio inocente, mas não era bobo, me aproximei com aquele perfume Lancaster,  (sinônimo de macho), embora sem jeito,  lasquei: Oi! Como é o teu nome? O que ela respondeu de pronto:  J O I M E! Acho que não ouvi direito, tornei a perguntar, mas a resposta se repetiu, com aquela voz ainda mais sonora, como locutor de rádio, empossada: J O I M E. Desabei! Aonde é que fui amarrar  o meu “bode” ? “Ela” disse  Jaime, eu entendi Joime, mas dá tudo na mesma, e agora que faço? Sufoco!  Na minha terra nunca vi algo parecido. Interior sabe como é, né?

Ali, cresci mais um pouquinho.    

:: Postado por Montanha às 07h32
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Lourival


Signo: Câncer
Local: São José
Religião: Espírita Kardecista
Lazer: Futebol
Cor: Azul Céu
Música: Emoções
Sentimento: Amizade
Livro: Papilon (uma lição de vida)
Filme: A vida é bela
Qualidade: Sinceridade, companheirismo
Defeito: Ciúme das coisas que gosto
Uma linda mulher: Nanica
Detesto: Mentira e falsidade
Gosto: Estar em família
Aprecio: Caráter
MSM: montanhasantana@hotmail.com

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